Comemorar Abril

A Revolução do 25 de Abril de 1974 constituiu um dos mais importantes momentos libertadores, da realização da vontade do Povo, da afirmação da liberdade, da emancipação social, da soberania e independência nacional.

O regime fascista durante 48 anos submeteu o Povo Português ao obscurantismo, à repressão violenta, à inexistência das liberdades, à fome e miséria, à guerra colonial, à emigração forçada, ao exílio, à opressão, à vergonha...

A Revolução libertadora de Abril alterou profundamente o enquadramento de Portugal na cena internacional e realizou profundas transformações políticas, económicas, sociais e culturais que constituem componentes de uma sociedade que abriram na vida do País a perspectiva de um novo período de História marcado pelo progresso e liberdade.

Não estamos hoje satisfeitos com o rumo que os sucessivos governos nos têm imposto, pois muitas das conquistas da Revolução foram destruídas e outras são constantemente ameaçadas. Mas todas são referências e valores essenciais no presente e futuro democrático e independente do Povo Português e de Portugal.

O 25 de Abril inspirará sempre a luta pelo Futuro, por uma Sociedade mais Justa e mais Fraterna.

Participa nas comerações do 25 de Abril e no desfile em Lisboa na Avenida da Liberdade pelas 15 horas.

 

Viva o 25 de Abril, sempre!

 

PLENÁRIO REGIONAL DE QUADROS

  O Comité Central do Partido, na sequência das conclusões do XVII Congresso, decidiu que 2006 é o ano em que especial atenção deve ser dada ao reforço orgânico do Partido.

  Trata-se de uma visão integrada do reforço da nossa organização em todas as suas componentes por forma a podermos reforçar a luta no presente por objectivos concretos que melhorem a vida aos trabalhadores e das populações tendo em vista a luta mais geral pela transformação da sociedade, com um novo Governo e com outra política.

  É, reforçando a nossa organização que avançaremos com toda a segurança, determinação e confiança, nesta tão importante tarefa. Por isso é importante definir os objectivos a atingir para o ano de 2006.

Primeira cavadela, minhoca

Finalmente pôde galgar as escadarias da Assembleia da República como deputado.

Dizem alguns colegas, que deixou na empresa donde veio, que copiou o golpe do Durão Barroso. Candidatou-se à comissão de trabalhadores já sabendo que ia abandoná-la, mas omitindo esse facto, durante a campanha eleitoral, aos trabalhadores da empresa que potencialmente o poderiam eleger.